MENSAGEM 2014


 PREZADOS ALUNOS, PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS: 

Mais um ano letivo se inicia... com ele, novas expectativas, novos projetos, novos anseios, novos desejos de que tudo ocorrerá dentro do esperado. Trata-se de uma verdade, cujos propósitos têm tudo para dar certo, mas para isso se faz necessária uma boa pitada de dedicação e, acima de tudo, planejamento. 

 
O Conhecimento não é somente assimilar passivamente um saber, um conteúdo, um objeto. Admitimos a ideia de que devemos partir de algo, mas para que haja conhecimento esse algo deve ser transformado, repensado, ter que adquirir novo significado e ser re-elaborado. Podemos fazer isso em conjunto, com outros indivíduos; mas cada um, individualmente, precisa contribuir com sua parcela de intelectualidade e de ação.

Juntos queremos, nesse novo ano letivo, fortalecer nosso espírito para que os objetivos almejados em nossos projetos sejam alcançados com sucesso. E nesta caminhada precisaremos de perseverança, senso de compromisso, dedicação, entrosamento e responsabilidade.

É com esse espírito e amor pela educação que damos as boas-vindas e um bom retorno a todos: alunos, pais, professores e demais funcionários para que, com vibração e alegria, iniciemos nossas atividades.

 

Esperamos que todos nós possamos nos apropriar dos saberes que nos serão colocados nesta ano. Esperamos também que cada um siga os seus próprios passos, que trilhe novos caminhos, que ouse, que transforme. Damos as boas-vindas e desejamos um ano letivo de comprometimento e ressignificação de valores sociais e educacionais aos alunos e seus pais, a professores e funcionários desta grande família chamada "SHIRLEY MARIANO ESTRIGA”
                                                                                        A direção
                                         

QUEM SOMOS NÓS!!!!!!!!!


EM. "PROFª SHIRLEY  MARIANO ESTRIGA"                     2014





Sobre Nós


Supervisora da escola
:-Maria da Conceição Pompeu  (XIXA)

Diretora: Luciana de Oliveira Digmayer Rosas

Assessora Pedagógica fundamental - Janete Valter

Assessora Pedagógica infantil regular e integral- Maria Inês Mendes A.. Torres

TOTAL DE ALUNOS EM 2014: 444 ALUNOS
EQUIPE DE GESTORES 
                                                   






SALA DE DIREÇÃO- LUCIANA O. DIGMAYER ROSA











Nossa Escola oferece PRÉ-ESCOLA, PERÍODO INTEGRAL E REGULAR  
SALA DA ASSESSORA PEDAGÓGICA- MARIA INÊS MENDES A. TORRES

TOTAL 8 SALAS

INTEGRAL - 03 SALAS
REGULAR  - 05 SALAS
Horário:- 07h30 às 17h00 Integral
                07h30 às  11h30 Regular manhã
                13h00 às  17h00 Regular tarde





 SALA DO INTEGRAL


-

 
 
 
 


 BIBLIOTECA
   BIBLIOTECA
   





 

 e o ENSINO FUNDAMENTAL 1º e 2º  ANO de 9 anos .

SALA DA ASSESSORA PEDAGÓGICA - JANETE VALTER
TOTAL DE SALAS 10
1º ANO - 06 -   03 MANHÃ E 03 À TARDE
2º ANO - 04 -    02 MANHÃ E 02 À TARDE    

 Horário: 07h30 às 12h30 - manhã
              13h00 às 18h00- tarde


  TODAS AS SALAS DE AULA possuem ventiladores, SÃO AMPLAS BEM AREJADAS E UM AMBIENTE LIMPO E AGRADÁVEL.


PROFª. SUBSTITUTAS










Uma SALA DE INFORMÁTICA, COM MONITORAMENTO DA EQUIPE DA INFORMÁTICA EDUCACIONAL,
 MAGDA REGINA ROSMANN,SORAYA RODRIGUES SALES E JOELMA CARNEIRO DIOGO, especializadas em TIC´s onde uma vez por semana, cada turma de alunos da escola, terá 01 hora de aula ESPECÍFICA, com conteúdos e atividades educativas, cuidadosamente selecionadas pelas professoras da sala e relacionadas ao Currículo Escolar, serão monitorados na escola pela Professora Sinara Pizzi.









Secretaria

Secretário de escola: Anderson Balbino

                                         Escriturárias:- Marli  Moraes E Simone Morais







SALA DOS PROFESSORES


INSPETORES DE ALUNOS



   
Quadra  DE ESPORTES       RECREAÇÃO
 











Espaço do parquinho infantil











PÁTIO COM MESAS PARA MERENDA


BEBEDOUROS COM ÁGUA FILTRADA, LATERAIS  BANHEIROS (feminino e masculino)



profªs.  SANDRA-PATRICIA-CÍCERA
SALA DE RECUPERAÇÃO PARALELA 
Para os alunos com maior dificuldade na aprendizagem (2º ANO) oferecemos o REFORÇO ESCOLAR em horários específicos no contra turno, com as Professoras auxiliares  Para os alunos de 1ª Ano, a própria professora da sala dará o reforço, no horário das contínuas, para seus alunos, durante o ano todo. Com acompanhamento da Assessora Pedagógica Janete que monitora rigorosamente as necessidades e avanços dos alunos e professores envolvidos nas atividades.



BANHEIRO PARA DEFICIENTES


BRINQUEDOS EDUCATIVOS

PORTÃO ENTRADA DE ALUNOS

LAVANDERIA
















AUXILIARES DE LIMPEZA



                                            




ALMOXARIFADO







 MERENDA ESCOLAR de qualidade, com Cardápio variado, preparado por Merendeiras supervisionadas
pelas Nutricionistas do Município.




ANEXO


 CRECHE PROF. VILDEMAR DE SOUZA OLIVEIRA
Endereço: Rua João Pedro Orsi, nº 591 Bairro: Jd. Fazendinha Telefone: 3427.7712







Número de Salas 04
Horário: 07h00 às 17h00
BII – 1 ANO COMPLETO

MI -   2 ANOS COMPLETOS
MII-A – 3 ANOS COMPLETOS     
MII-B -  3 ANOS COMPLETOS




INCLUSÃO Hoje, nossa escola atende três alunos com necessidades especiais Todos são queridos e amados por toda a comunidade escolar e só nos dão alegrias! Incluir significa amar, respeitar e aceitar cada pessoa com suas diferenças.

ACOMPANHAMENTO ODONTOLÓGICO com dentista especializada, onde todos os alunos recebem: Palestras preventivas, Bochecho de flúor, Kit para Higiene Bucal e o Tratamento de seus dentes, totalmente gratuito NOS POSTOS DE SAÚDE DA PREFEITURA.

PREVENÇÃO DA SAÚDE NA ESCOLA: Psicólogas, fonoaudiologia.

  AGENTE ESCOLAR COM APOIO SOCIAL JUNTO À DIREÇÃO  PARA PAIS, ALUNOS .


A LETRA CURSIVA... QUANDO?????

A LETRA CURSIVA... QUANDO?????
A letra... CURSIVA....Quando ensinar Por que as crianças devem aprender a escrever com letra de fôrma para depois passar para a cursiva? Esta escolha está relacionada ao processo de construção das hipóteses da escrita. Durante a alfabetização inicial, os pequenos trabalham pensando quais e quantas letras são necessárias para escrever as palavras. As letras de fôrma maiúsculas são as ideais para essa tarefa, já que são caracteres isolados e com traçado simples - diferentemente das cursivas, emendadas umas às outras. O aprendizado das chamadas "letras de mão" deve ser trabalhado com crianças alfabéticas, que já têm a lógica do sistema de escrita organizada. Antes de estarem alfabetizadas, elas entram em contato naturalmente com as letras cursivas e as de fôrma minúscula e até podem ser apresentadas a elas, desde que tal contato fique restrito à leitura.

 Pergunta enviada por Julia de Almeida, Belo Horizonte, MG Consultoria Cristiane Pelissari, selecionadora do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10. Texto retirado... http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/criancas-devem-aprender-escrever-letra-forma-depois-passar-cursiva-428549.shtml

O DESENHO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA


O desenho e o desenvolvimento das crianças...
Os rabiscos ganham complexidade conforme os pequenos crescem e, ao mesmo tempo, impulsionam seu desenvolvimento cognitivo e expressivo

 


"Sabia que eu sei desenhar um cavalo? Ele está fazendo cocô."
"Vou desenhar aqui, que tem espaço vazio."

"O cavalo ficou escondido debaixo disso tudo!" Joana, 3 anos
Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

No início, o que se vê é um emaranhado de linhas, traços leves, pontos e círculos, que, muitas vezes, se sobrepõem em várias demãos. Poucos anos depois, já se verifica uma cena complexa, com edifícios e figuras humanas detalhados. O desenho acompanha o desenvolvimento dos pequenos como uma espécie de radiografia. Nele, vê-se como se relacionam com a realidade e com os elementos de sua cultura e como traduzem essa percepção graficamente.

Toda criança desenha. Pode ser com lápis e papel ou com caco de tijolo na parede. Agir com um riscador sobre um suporte é algo que ela aprende por imitação - ao ver os adultos escrevendo ou os irmãos desenhando, por exemplo. "Com a exploração de movimentos em papéis variados, ela adquire coordenação para desenhar", explica Mirian Celeste Martins, especialista no ensino de arte e professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie. A primeira relação da meninada com o desenho se dá, de fato, pelo movimento: o prazer de produzir um traço sobre o papel faz agir.

Os rabiscos realizados pelos menores, denominados garatujas, tiveram o sentido ampliado sob o olhar da pesquisadora norte-americana Rhoda Kellogg, que observou regularidades nessas produções abstratas (veja no topo da página o desenho de Joana, 3 anos, e sua explicação). Observando cerca de 300 mil produções, ela analisou principalmente a forma dos traçados (rabiscos básicos) e a maneira de ocupar o espaço do papel (modelos de implantação) até a entrada da criança no desenho figurativo, o que ocorre por volta dos 4 anos.

No período de produção de garatujas, ocorre uma importante exploração de suportes e instrumentos. A criança experimenta, por exemplo, desenhar nas paredes ou no chão e se interessa pelo efeito de diferentes materiais e formas de manipulá-los, como pressionar o marcador com força e fazer pontinhos. Essa atitude de experimentação tem valor indiscutível na opinião de Rhoda: "Para ela 'ver é crer' e o desenho se desenvolve com base nas observações que a criança realiza sobre sua própria ação gráfica", ressalta Rosa Iavelberg, especialista em desenho e docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), no livro O Desenho Cultivado da Criança: Práticas e Formação de Educadores. Esse aprendizado durante a ação é frisado pela artista plástica e estudiosa Edith Derdyk: "O desenho se torna mais expressivo quando existe uma conjunção afinada entre mão, gesto e instrumento, de maneira que, ao desenhar, o pensamento se faz".

De início, a criança desenha pelo prazer de riscar sobre o papel e pesquisa formas de ocupar a folha.

Com o tempo, a criança busca registrar as coisas do mundo

Uma das principais funções do desenho no desenvolvimento infantil é a possibilidade que oferece de representação da realidade. Trazer os objetos vistos no mundo para o papel é uma forma de lidar com os elementos do dia a dia. "Quando a criança veste uma roupa da mãe, admite-se que ela esteja procurando entender o papel da mulher", explica Maria Lúcia Batezat, especialista em Artes Visuais da Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). "No desenho, ocorre a mesma coisa. A diferença é que ela não usa o corpo, mas a visualidade e a motricidade." Esse processo caracteriza o desenhar como um jogo simbólico (veja abaixo o comentário de Yolanda, 5 anos, sobre seu desenho).

 

"Esse aqui não é um coelho. Não me diga que é um coelho porque é um boi bebê. Eu estou fazendo uma galinha que foi botar ovo no mato. Quer dizer, uma menina que foi pegar plantas no mato para dar ao marido." Yolanda, 5 anos

Muitos autores se debruçaram sobre as produções gráficas infantis, analisando e organizando-as em fases ou momentos conceituais. Embora trabalhem com concepções diferentes e tenham chegado a classificações diversas, é possível estabelecer pontos em comum entre as evolutivas que estabelecem. Pesquisadores como Georges-Henri Luquet (1876-1965), Viktor Lowenfeld (1903-1960) e Florence de Mèridieu oferecem elementos para a compreensão dos desenhos figurativos das crianças, destacando algumas regularidades nas representações dos objetos.

Desenhar é uma forma de a criança lidar com a realidade que a cerca, representando situações que lhe interessam.

Mais cedo ou mais tarde, todos os pequenos se interessam em registrar no papel algo que seja reconhecido pelos outros. No começo, é comum observar o que se convencionou chamar de boneco girino, uma primeira figura humana constituída por um círculo de onde sai um traço representando o tronco, dois riscos para os braços e outros dois para as pernas. Depois, essa figura incorpora cada vez mais detalhes, conforme a criança refine seu esquema corporal e ganhe repertório imagético ao ver desenhos de sua cultura e dos próprios colegas.
Uma das primeiras pesquisas dos pequenos, assim que entram na figuração, é a relação topológica entre os objetos, como a proximidade e a distância entre eles, a continuidade e a descontinuidade e assim por diante. Em seguida, eles se interessam em registrar tudo o que sabem sobre o modelo ao qual se referem no desenho, e é possível verificar o uso de recursos como a transparência (o bebê visível dentro da barriga mãe, por exemplo) e o rebatimento (a figura vista, ao mesmo tempo, por mais de um ponto de vista). Assim, a criança se aproxima das noções iniciais de perspectiva e escala, estruturando o desenho em uma cena, sem misturar na mesma produção elementos de diferentes contextos (veja abaixo a produção de Anita, 5 anos, que detém essas características).

 

"Vou desenhar a minha casa. Aqui é o portão e tem uma janela aqui." Anita, 5 anos
"Dá para ver a sua mãe dentro de casa?"
Repórter
"Não, porque a porta parece um espelho. Só daria se a janela estivesse aberta." Anita

O desenho é espontâneo ou é fruto da cultura?

Entre os principais estudiosos, há uma cizânia. Há os que defendem que o desenho é espontâneo e o contato com a cultura visual empobrece as produções, até que a criança se convence de que não sabe desenhar e para de fazê-lo. E há aqueles que depositam justamente no seu repertório visual o desenvolvimento do desenho. Nas discussões atuais, domina a segunda posição. "A única coisa que sabemos ser universal no desenho infantil é a garatuja. Todo o resto depende do contexto cultural", diz Rosa Iavelberg.

Detalhes da figura humana, noções de perspectiva e realismo visual são elementos da evolução do desenho.


Essa perspectiva não admite o empobrecimento do desenho infantil, mas entende que a criança reconhece a forma de representar graficamente sua cultura e deseja aprendê-la. Assim, cai por terra o mito de que ela se afasta dessa prática quando se alfabetiza. "O desenho é uma forma de linguagem que tem seus próprios códigos", diz Mirian Celeste Martins. "Para se aproximar do que ele expressa, é preciso fazer uma escuta atenta enquanto ele é produzido." Para Mirian, a relação entre a aquisição da escrita e a diminuição do desenho ocorre porque a escola dá pouco espaço a este quando a criança se alfabetiza - algo a ser repensado em defesa de nossos desenhistas.

* Os desenhos e os diálogos publicados nesta reportagem são de crianças de 3 a 5 anos da Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)

Texto retirado...
http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/desenvolvimento-e-aprendizagem/rabiscos-ideias-desenho-infantil-garatujas-evolucao-cognicao-expressao-realidade-518754.shtml

 

DEZ CAMINHOS PARA TRABALHAR INTELIGENTEMENTE

DEZ CAMINHOS PARA TRABALHAR INTELIGENTEMENTE 1 – Corpo saudável, mente saudável – mantendo bons hábitos de saúde você terá mais energia e disposição para realizar suas atividades. 2 – Seja um mediador confiável - mantenha um diálogo aberto e franco com as pessoas ao seu redor. 3 – Demarque limites emocionais – mantenha um bom envolvimento emocional com as pessoas, mas sem exageros. 4 – Não decida baseado somente em dados, mas também na discussão em grupo. 5 – Seja flexível – aceite as mudanças que podem ocorrer. 6 – Seja generoso quando perceber que os argumentos de outros têm mais fundamentos. 7 – Inicie um comentário sempre com um aspecto positivo – isto favorecerá a cooperação. 8 - Exponha francamente sua opinião quando sentir que algo está errado – fale com os envolvidos sobre a questão, não tenha receio. 9 – Ouça com empatia, com atenção e por inteiro todas as conversas. 10 – Arrisque-se a parecer o imperfeito – admitir que não sabe tudo é um bom caminho para a eficiência. (retirado do texto: Aumentando sua Inteligência Emocional, de Jeanne Segal, Editora Rocco

10 brincadeiras

10 brincadeiras Cauda do Dragão Material necessário Nenhum. Desenvolvimento Todos os participantes ficam em pé, em uma fila indiana com as mãos na cintura um do outro, formando um dragão. O primeiro integrante da fila, representando a cabeça do dragão, terá como objetivo pegar o último da fila, que representará a cauda. Ao sinal do educador, o "dragão" passará a se movimentar, correndo moderadamente, sob o comando da cabeça que tentará pegar a cauda. Esta, por sua vez, fará movimentos no sentido de evitar que isso aconteça. A brincadeira continuará enquanto durar o interesse das crianças. O feiticeiro e as estátuas Material necessário Nenhum. Desenvolvimento Os participantes ficam de pé, dispersos em uma área delimitada para a brincadeira. Um voluntário será o "feiticeiro" que perseguirá os demais. Ao sinal do educador, inicia-se a perseguição, e aquele que for tocado ficará "enfeitiçado": imóvel com as pernas afastadas, representando uma "estátua". Os outros companheiros poderão passar por baixo das pernas das "estátuas", salvando-as do "feitiço". Depois de algum tempo, o "feiticeiro" deverá ser substituído. O jogo prosseguirá enquanto houver interesse do grupo. Biscoitinho queimado Material necessário Um brinquedo. Desenvolvimento O educador esconde um brinquedo qualquer (o "biscoitinho queimado"), enquanto os participantes estão de olhos fechados. Depois grita: "Biscoitinho queimado!", e os outros têm que tentar encontrá-lo. Quando uma criança chega perto do "biscoitinho queimado", o educador grita seu nome e fala: "Está quente!". Se estiver longe, ele grita "Está frio!". Quem encontrar o brinquedo primeiro ganha. O carteiro Material necessário Nenhum. Desenvolvimento Os participantes ficam sentados em círculo. O educador inicia falando: "O carteiro mandou uma carta... (suspense) só pra quem está usando camiseta branca!". Todos que estiverem de camiseta branca trocam de lugar, mas não podem ir para o lugar ao lado. Quem não consegue trocar rapidamente de lugar, fica fora da brincadeira. A brincadeira prossegue com comandos variados: só pra quem estiver de cabelo solto, de cabelo preso, de anel, de relógio, de rosa, de azul... A brincadeira prossegue com a mudança do carteiro. Colher corrente Material necessário Colheres de sobremesa e caramelos. Desenvolvimento As crianças formam duas filas com número igual de pessoas. Elas ficam sentadas frente a frente, cada uma com uma colher de sobremesa. O primeiro da fila recebe na sua colher, presa com o cabo na boca, um caramelo, que deverá passar para a colher do vizinho. A brincadeira começa e, sob uma ordem dada pelo educador, cada um deverá passar o caramelo, com a colher na boca, para a colher do vizinho, sem ajuda das mãos, que devem ficar cruzadas nas costas. Toda vez que o caramelo cair, a criança pode recolhê-lo com a mão e continuar a brincadeira. Ganha a fileira que primeiro conseguir passar o seu caramelo de colher para colher até o final. Boizinho Material necessário Nenhum. Desenvolvimento As crianças formam uma roda, segurando com bastante força as mãos umas das outras. No meio da roda deve ficar uma das crianças, que vai ser o "boizinho". O "boizinho" deve pegar o braço das crianças da roda e ir perguntando: "De quem é essa mão?" A criança deve responder falando o nome de uma fruta ou um objeto, tentando distrair os participantes. Depois de fazer a pergunta a todos, o "boizinho" deve tentar romper a roda em algum ponto e fugir. Quando foge, os outros devem tentar capturá-lo. Quem conseguir é o próximo "boizinho". Tesouro perdido Material necessário Saquinho com balas. Desenvolvimento Uma criança deve ser o pirata, que vai esconder o tesouro. O tesouro é um brinde (balas, por exemplo), colocado dentro de um saquinho. Depois que o pirata esconde o tesouro, ele diz: "Vamos ajudar o pirata trapalhão?". É a senha para que as outras crianças comecem a procurar. Elas têm cinco minutos para encontrá-lo. Se não conseguirem, o pirata dá algumas pistas de onde o escondeu. Quando o tesouro é encontrado, a criança que o achou deve escondê-lo novamente. A cada rodada, novos objetos podem ser colocados no saquinho. Quem acha o tesouro pode ficar com ele ou dividir com o pirata e os outros participantes. A queda do chapéu Material necessário Um chapéu. Desenvolvimento Os participantes são organizados em círculo. Cada um recebe um número. O educador se coloca no centro do círculo, segurando um chapéu. Inicia a brincadeira atirando o chapéu para o alto e chamando um número. O participante chamado deve correr e pegar o chapéu antes que ele caia no chão. Se o chapéu cair no chão, o jogador sai da brincadeira e o educador continua no centro. Se o jogador conseguir pegar o chapéu, vai para o centro do círculo e continua a brincadeira. Apanhador de batatas Material Jornais e revistas, dois cestos de boca larga. Desenvolvimento Os participantes devem amassar várias folhas de jornal e revistas (serão as "batatas"). O educador deve distribuir as "batatas" em vários lugares. A um sinal do educador, os participantes, divididos em duas equipes, devem apanhar as "batatas" e colocá-las no cesto destinado ao seu grupo. Vence a equipe que apanhar o maior número de "batatas". Patins engraçados Material necessário Várias caixas de sapato sem a tampa, fita adesiva colorida. Desenvolvimento As crianças ficam uma ao lado da outra na sala ou no pátio. Demarque com a fita adesiva a saída e a chegada. Distribua duas caixas de sapato para cada criança (serão os patins). Ao sinal do educador, as crianças deverão escorregar até a linha de chegada.